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 Índice
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 Fritz e Frida prepara varejistas para nota eletrônica
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Após fechar parceria com o Uni5 para implantação de nota fiscal eletrônica (NF-e), a distribuidora Fröhlich, proprietária da marca Fritz e Frida, já prepara sua equipe de cerca de 100 representantes para trabalhar com o novo sistema. “Como também atendemos o pequeno varejo, alguns comerciantes vão estranhar a mudança. A nota não vai mais ser no formato tradicional, mas um documento em formato A4. Então, estamos preparando nosso pessoal para explicar isso bem aos varejistas”, relata o gerente de TI da empresa, Milton Saling. A Frölich, de Ivoti (RS), comercializa cerca de 2,5 mil produtos a varejistas gaúchos, movimentando cerca de 250 toneladas de mercadorias por dia. Também industrializa itens como feijão, arroz e lentilha, vendidos com marca Fritz e Frida. A adesão à nota fiscal eletrônica é obrigatória, porque a empresa trabalha com distribuição de medicamentos alopáticos populares, a exemplo da Aspirina. Esta linha de produtos representa apenas 1% do faturamento, aproximadamente, mas já implica na necessidade legal de aderir ao sistema eletrônico a partir de setembro. Serão emitidas, por mês, cerca de 50 mil NF-e.
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 Experiências orientaram Minuano na escolha pelo Uni5
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Os relatos de dois clientes Uni5 - a autorizada Coca-Cola CVI e a distribuidora de combustíveis Charrua - foram decisivos para que Companhia Minuano de Alimentos optasse pelo mesmo fornecedor de solução para NF-e. Uma das preocupações da empresa - especializada em frangos, suínos e derivados - era integrar de maneira eficiente o seu sistema de gestão Datasul à tecnologia da nota eletrônica. Por isso, o supervisor de TI da Minuano, Sidnei Machado Azevedo, buscou conhecer a experiência na CVI, que trabalha com o mesmo ERP. “Ao escolhermos uma solução, queríamos que isso fosse totalmente integrado ao nosso ERP, não só no envio dos dados à Secretaria da Fazenda, mas no retorno da informação ao nosso sistema”, explica Azevedo. Representantes da Charrua, que têm sistema N&L, também foram consultados. A Minuano emitirá entre 4 mil e 4,5 mil NF-e por mês, em nove estabelecimentos de Rio Grande do Sul e Santa Catarina, envolvendo as secretarias de Fazenda dos dois Estados.
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 Haco sai na frente em NF-e
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Líder no mercado brasileiro de etiquetas para vestuário, a Haco antecipa-se à legislação e se prepara para instalar até o fim do ano sistema de emissão de NF-e. Ainda não há definição de obrigatoriedade para o setor, mas a empresa fechou contrato com o Uni5 para implantar a solução. O objetivo é planejar e executar o projeto com tranqüilidade, facilitando a adaptação ao sistema digital.
As notas serão emitidas nas plantas de Blumenau (SC), Massaranduba (SC), Criciúma (SC) e Fortaleza (CE). Cerca de 15 mil documentos serão expedidos por mês. A Haco produz aproximadamente 3 bilhões de etiquetas por ano, incluindo produtos com mecanismos que dificultam falsificação. Além de atender ao mercado interno, a empresa é uma das líderes mundiais do setor, exportando para mais de 30 países.
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 Investimentos em Supply Chain estão em alta
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Os investimentos das empresas brasileiras em tecnologia da informação aplicada a logística e cadeia de suprimentos devem crescer 23% neste ano. O percentual é maior do que o previsto para a Europa (14%) e Estados Unidos (12%), apesar de o investimento médio das empresas no Brasil ter sido, em 2007, cerca de 80% menor do que nesses mercados. Os dados constam em pesquisa apresentada pelo Centro de Estudos em Logística do Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppead/UFRJ), em conjunto com o instituto de pesquisa norte-americano AMR Research.
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 Para secretaria de Minas Gerais, emissões de NF-e
superam expectativa
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A emissão de NF-e em Minas Gerais está superando as expectativas da Secretaria da Fazenda do Estado. No último dia 27, o órgão divulgou a emissão da sua milionésima nota digital, marca atingida após sete meses de funcionamento do sistema. Em todo o país, até o dia 3 de junho, foram mais de 12,5 milhões de notas emitidas, somando R$ 237 bilhões. Para a Fazenda mineira, “os emitentes da NF-e (vendedores) são beneficiados com a redução de custos de impressão do documento fiscal, redução de custos de aquisição de papel e de armazenagem de documentos fiscais e simplificação de obrigações acessórias. As empresas destinatárias de notas fiscais (compradoras) ganham com a eliminação de digitação de notas fiscais na recepção de mercadorias, melhor logística de recepção de mercadorias pelo conhecimento antecipado da informação da NF-e e redução de erros de escrituração. Para o Fisco, há melhoria no processo de controle fiscal, redução de custos, diminuição da sonegação e melhor gerenciamento eletrônico das informações e documentos”.
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