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Uni5 lança site focado em NF-e

Uni5 de olho nas possibilidades da e-NF

Uni5 contribui na analise NF-e para GS1 Brasil

Uni5 organiza comitê setorial sobre NF-e

NF-e: perspectivas de negócio em TI



Uni5 lança site focado em NF-e

O Uni5 colocou no ar um site focado exclusivamente na Nota Fiscal Eletrônica, novidade que promete agitar o mercado de supply chain em um futuro muito próximo. Pelo endereço www.e-nf.com, os clientes interessados podem obter mais informações sobre as ferramentas que a empresa vai disponibilizar assim que a adoção da NF-e saia da fase piloto e comece a ser adotada maciçamente.

"Junto com a pesquisa que estamos fazendo para a GS1 e o comitê setorial sobre o tema que vamos organizar no setor calçadista, esta é mais uma contribuição do Uni5 para gerar esclarecimento sobre a nota eletrônica", destaca o diretor da companhia, Eblen Kalil Neto. Segundo Kalil, ainda há muito desconhecimento sobre o assunto, que promete "revolucionar a relação entre os negócios e os órgãos de fiscalização".

Uni5 de olho nas possibilidades da e-NF

A Uni5 está de olho nas possibilidades de negócios que serão geradas com a adoção progressiva da Nota Fiscal Eletrônica (e-NF), atualmente funcionando em fase de projeto de piloto em algumas grandes corporações nos estados de São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul, Goiás e Maranhão. "Nossa previsão é que muitos empreendedores vão querer aderir, pelas vantagens que a novidade traz e a própria exigência do governo", analisa Jarbas Schein, gerente de Negócios da empresa gaúcha. A idéia é desenvolver uma solução que permita a pequenas e médias organizações eliminarem as notas em papel. Segundo estudo da Secretaria da Fazenda de São Paulo, a emissão e armazenagem da papelada consomem entre 2% e 5% das receitas das companhias.

Uni5 contribui na analise NF-e para GS1 Brasil

O Uni5 trabalha em uma missão importante: contribuir na análise do impacto que a adoção maciça da Nota Fiscal Eletrônica terá sobre o supply chain das organizações. A empresa gaúcha recebeu a tarefa do comitê de discussão sobre este assunto liderado pela GS1 Brasil, uma associação multissetorial que tem por objetivo disseminar globalmente padrões para a melhoria das cadeias de suprimentos.

"Vamos elaborar um documento extremamente profissional, com destaque para os impactos positivos e negativos", adianta o diretor da companhia, Eblen Kalil Neto. As conclusões da pesquisa serão apresentadas a grandes empreendimentos dos ramos de construção civil, varejista, farmacêutico e de alimentos. "O resultado destes esforços fortalece o nome Uni5 e destaca nosso comprometimento com estes processos nacionalmente", comemora Kalil.

Uni5 organiza comitê setorial sobre NF-e

O Uni5 vai organizar um comitê setorial sobre nota fiscal eletrônica (NF-e) para promover a discussão sobre a nova tecnologia entre os executivos da indústria coureiro-calçadista. O diretor da companhia, Eblen Kalil Neto, está fazendo contato com pesos pesados da área como Grendene, Via Marte e Artecola, no intuito de colocar a iniciativa em andamento o quanto antes.

"Está claro que a NF-e é um acontecimento revolucionário no mercado de supply chain e nós vamos investir nele", resume Kalil. O empresário está certo. Dados recentemente divulgados pela Associação Brasileira de e-business apontam que 80% das organizações pensam em implantar soluções do tipo no curto e médio prazo, enquanto 26,5% estão apenas aguardando a permissão do governo para iniciarem seus projetos.

NF-e: perspectivas de negócio em TI

Mais do que facilitar o processo de arrecadação fiscal, o projeto de Nota Fiscal Eletrônica vai trazer outro benefício: o incremento do mercado de TI através da abertura de possibilidades de novos negócios. O assunto esteve em destaque no Meeting de TI da Federasul, realizado nesta terça-feira, 18, com as presenças do supervisor de TI da Secretaria da Fazenda do Estado, Vinícius Pimentel de Freitas, e do representante técnico da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira.

"Está claro que a NF-e é um acontecimento revolucionário no mercado de supply chain e nós vamos investir nele", resume Kalil. O empresário está certo. Dados recentemente divulgados pela Associação Brasileira de e-business apontam que 80% das organizações pensam em implantar soluções do tipo no curto e médio prazo, enquanto 26,5% estão apenas aguardando a permissão do governo para iniciarem seus projetos.

De olho nas possibilidades comentadas, o diretor do Uni5, Eblen Kalil Neto (foto), quer ser um dos protagonistas deste fomento de mercado. Sua empresa já desenvolve, para cerca de 600 clientes, uma solução que expande o layout do projeto original da NF-e. "A iniciativa do governo é limitada, pois só atende a interesses fiscais. Na Nota Fiscal Eletrônica genuína, faltam detalhes de produto e também de processos logísticos, o que prejudica a adesão da iniciativa privada a esta tecnologia. Nosso sistema dá conta destes itens faltantes", detalha o executivo.

Segundo Kalil Neto, ainda não há uma expectativa de faturamento da companhia relativa à ferramenta de NF-e. Há, porém, uma previsão de crescimento. "A idéia é que nossos usuários passem a utilizar nosso sistema para processos de recolhimento que envolvam outros clientes seus. Assim haverá a expansão de nossa solução", conta.

O representante da Receita, Ricardo Pereira, admite o problema citado pelo Uni5. "Realmente ainda há deficiências no modelo, no layout, da Nota. Porém, isso já está sendo debatido", explica. Conforme o técnico, existe um grupo de empresários, entidades de classe e instituições governamentais discutindo o tema. "Não estamos trabalhando com um padrão definitivo. Assim como a falta de detalhes de produto, há também deficiências em outras especificações, como exigências de órgãos específicos - Suframa e Detran, entre outros. Tudo está em conversa. Quando ficar satisfatório para todos os lados, será aprovado", arremata.

Por enquanto, o projeto do governo trabalha com 19 empresas, selecionadas conforme requisitos como volume de emissão de documentos e área de atuação, entre outros. A previsão de efetivação do recolhimento fiscal eletrônico, entretanto, ainda é incerta. "Estamos falando de um teste, que tem dado certo: a receptividade, tanto pelas companhias envolvidas, quanto pelo mercado em geral, tem sido muito boa. Obrigatoriedade, lançamento para todas as empresas, porém... Bem, creio que ainda tenhamos alguns anos pela frente", concluiu Vinícius de Freitas.

Pelo sistema, a empresa envia os dados necessários para geração de Registros de Exportação (RE) e Solicitações de Despacho (SD) diretamente para o site da Receita: a integração é automatizada. O retorno do órgão fica registrado em um histórico. Uma vez que ocorre a efetivação do RE, o administrador é avisado por e-mail e pode fazer a impressão dos documentos. Também é possível fazer consultas ao banco de dados, filtradas por número de processo, datas e nome do importador.

Mercado está interessado. É possível que Freitas tenha que adiantar seus planos. Segundo pesquisa recentemente divulgada pela Associação Brasileira de e-business, cerca de 80% das empresas apresentam interesse em implantar a NF-e a curto e médio prazo, enquanto 26,5% estão apenas aguardando a permissão do governo para iniciarem seus projetos.

 

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